domingo, 2 de março de 2008

Este Povo

Este Povo,

Cansado…

Canta memórias antigas de

Vitórias perdidas no tempo

Longínquo…Heróis esquecidos,

Na esperança da mudança que urge!

Este Povo,

Outrora mantido em silêncio,

Não quer voltar a ser

Palavra escondida …Sublinhada,

Critica camuflada

Esgueirada na noite,

Vergasta que dobra

Boca que cala…

Este Povo,

Quer olhares claros,

Rostos elevados,

Palavras que ecoem ao vento

Por gente sem medo das

Palavras…

Sem medo da gente

… Que lhe passa ao lado!


BF

imagem de Leonardo Araújo retirada de www. flickr.com

16 comentários:

Meg disse...

Papoila,

Este país está numa expectativa apática e ao mesmo tempo atónita.
Os "acontecimentos" seguem-se a um ritmo tão vertiginoso, que não vejo, pela ptimeira vez em muitos anos, nem uma lamparina ao fundo do túnel.

E é isso que o teu porma me diz, e tão bem escrito, tão verdadeiro...

Tenhamos esperança, Papoila!

Um abraço

Meg disse...

Não é porma... é POEMA, e lindo, claro!
Bjs

papagueno disse...

Será que este povo não merece melhores governates do que os que tem?
bjks

Sei que existes disse...

Bom poema bem real!
Beijo grande

Maria disse...

Este poema
com o Povo dentro
está excelente.
Este Povo
voltará a sair do poema
todas as vezes que
forem necessárias.
Para que nunca mais!

Beijinho, Papoila

2P disse...

Este POVO na realidade merece muito mais do que tem, só que não pode ficar de braços cruzados, esperando melhores dias.
Este Povo não pode querer que sejam só alguns a fazer aquilo que todos deveriam fazer.
Este POVO tem que de uma vez por todas colocar na sua cabecinha que não basta no dia das eleições fazer uma cruzinha nos mesmos de sempre.
Este POVO tem que dar a possibilidade a quem nunca esteve lá de fazer qualquer coisa de novo.
Este POVO tem que dizer BASTA
Este POVO tem que LUTAR
Este POVO tem que VENCER

poetaeusou . . . disse...

*
que força é essa amigo,
que só te faz obedecer,
,
Não me digas que não me compreendes
Quando os dias se tornam azedos
Não me digas que nunca sentiste
Uma força a crescer-te nos dedos
E uma raiva a nascer-te nos dentes
Não me digas que não me compreendes,
,
in-sergio godinho,
.
e eu digo actual
,
conchinhas
,
*

Claudia Perotti disse...

Esse povo merece o tudo de bom!
Beijinhossssssssss

Isabel-F. disse...

parabéns pelo teu poema ...

sem dúvida andam a tentar calar este povo ...


beijinhos

Sombra do Sol disse...

Olá boa noite, nossa árvore de amigos continua proporcionando bons frutos, e certamente sentindo sua falta, pois você contribuiu com a boa colheita, pois nesse mundo virtual o que importa não é a beleza externa, e sim aquela que brota no coração, e seja adubada com a amizade e a união de todos nós. Nossa árvore está participando do concurso destaque, é só um clik no atalho e votar no painel nº 1(um) agradeço antecipadamente. Fique em paz e com Deus, tenha um seguimento de semana com muita paz, saúde e luz. Abraços do amigo.
http://fribeiro1953.sites.uol.com.br/blog/destaqnet.html

Mocho-Real disse...

Muitos querem exactamente o que dizes.
Mas olha, pergunto-me tantas vezes: será que este POVO quer mesmo?!

Um bom poema o teu!

Abraços para ti.
Jorge G.

C Valente disse...

"Canta mem�rias antigas de
Vit�rias perdidas no tempo"
Belissimo poema
Sauda�es amigas e boa noite

Mocho-Real disse...

O meu abraço aqui fica.

Jorge G.

Cöllyßry disse...

De volta da pequena ausência, e que belo foi com este delicioso poema...

Meu doce beijo, linda Papoila

musicallis disse...

Está na hora de voltar a acordar, porque este povo tem estado adormecido.
Que acordem bem depressa porque o tempo não tem volta mas o passado encontra-se ao virar de uma esquina.
E já agora que estou por aqui uns dias depois da tua postagem, faço um sorriso de satisfação ao pensar que este povo parece estar a acordar da letargia em que se encontrava uma vez que dia 8 fomos 100.000

Que as palavras ecoem ao vento
Que nos façamos ouvir bem alto

Bjs

C Valente disse...

Que o cravo se torne novamente vivo, não murche, VIVA o 25
de ABRIL
Saudações amigas