
Após encontrar semelhanças no estar desta sociedade, neste país e neste políticos que enfiaram os ideais de Abril na gaveta dos fundos, aquela que nunca é aberta porque a chave foi atirada ao mar.
Para mim que todos os anos revivo o 25 de Abril com o mesmo romantismo com que me foi transmitido. E o tento transmitir com a mesma liberdade de expressão….
Liberdade definida como:
“ Liberdade de expressão é o direito de se manifestar opiniões livremente. “
"A liberdade de expressão é um conceito considerado frequentemente integral nas Democracias liberais modernas para eliminar a censura. O discurso livre é também apoiado pela Declaração Internacional dos Direitos Humanos, especificamente sob o artigo 19 da declaração universal dos direitos humanos e o artigo 10 da convenção europeia de direitos humanos, embora esse direito não seja exercido em vários países.”
(Origem: Wikipédia)
Após chegar à conclusão que, hoje dia 17 de Junho de 2007, Portugal está inserido nos países que não exercem o direito veiculado no artº 19 da DECLARAÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS e nem no artº 10 da CONVENÇÃO EUROPEIA DE DIREITOS HUMANOS …… (mesmo fazendo parte dela e estando a ser presidida por um português)
Assim .. só me apetece Gritar:
AI …Portugal … Portugal ………
Portugal, Portugal
Tiveste gente de muita coragem
E acreditaste na tua mensagem
Foste ganhando terreno
E foste perdendo a memória
Já tinhas meio mundo na mão
Quiseste impor a tua religião
E acabaste por perder a liberdade
A caminho da glória
Ai, Portugal, Portugal
De que é que tu estás à espera?
Tens um pé numa galera
E outro no fundo do mar
Ai, Portugal, Portugal
Enquanto ficares à espera
Ninguém te pode ajudar
Tiveste muita carta para bater
Quem joga deve aprender a perder
Que a sorte nunca vem só
Quando bate à nossa porta
Esbanjaste muita vida nas apostas
E agora trazes o desgosto às costas
Não se pode estar direito
Quando se tem a espinha torta
Ai, Portugal, Portugal
De que é que tu estás à espera?
Tens um pé numa galera
E outro no fundo do mar
Ai, Portugal, Portugal
Enquanto ficares à espera
Ninguém te pode ajudar
Fizeste cegos de quem olhos tinha
Quiseste pôr toda a gente na linha
Trocaste a alma e o coração
Pela ponta das tuas lanças
Difamaste quem verdades dizia
Confundiste amor com pornografia
E depois perdeste o gosto
De brincar com as tuas crianças
Ai, Portugal, Portugal
De que é que tu estás à espera?
Tens um pé numa galera
E outro no fundo do mar
Ai, Portugal, Portugal
Enquanto ficares à espera
Ninguém te pode ajudar
(Música de Jorge Palma)